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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, comemora o Dia do Hino Nacional Brasileiro.

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A música do hino foi composta por Francisco Manuel da Silva, em 1822, com a finalidade de ser tocada por bandas marciais em comemoração à independência do Brasil. Movimentos em torno da abdicação de D. Pedro em 1931 popularizaram a melodia, com versos diferentes dos atuais – a data da comemoração, 13 de abril, é alusiva à partida de D. Pedro para a Europa.

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Após a Proclamação da República, o Marechal Deodoro da Fonseca promoveu um concurso para escolher um novo hino, do qual participaram nomes consagrados como Alberto Nepomuceno, Francisco Braga e Leopoldo Miguez. O último foi o vencedor, mas, diante dos protestos populares, determinou-se que a composição, com letra de Medeiros e Albuquerque, fosse chamada de Hino da Proclamação da República (Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós!) enquanto a música de Francisco Manuel da Silva permaneceu como Hino Nacional.

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Até 1906, não havia uma letra oficial…

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FBN | Documentos Literários: O Monstro Marinho de Albrecht Dürer.

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, presta uma homenagem ao artista alemão Albrecht Dürer no aniversário de sua morte.

Um dos maiores nomes do Renascimento europeu, Dürer nasceu a 21 de maio de 1471 em Nuremberg, Alemanha. Seu pai era ourives, e o filho chegou a ser seu aprendiz no ofício, mas, ainda na adolescência, seu talento acabou por encaminhá-lo para as artes. Ele estudou na oficina de Michael Wolgemut, a mais renomada de Nuremberg, foi pintor da corte de Maximiliano I e viajou por vários países da Europa, aperfeiçoando sua técnica em várias artes, uma vez que, além de gravador e pintor — considerado o primeiro grande mestre da aquarela –, Albrecht Dürer foi também arquiteto, matemático, perito em geometria e teoria da arte. Faleceu em sua cidade natal, a 6 de abril de 1528

Alemão

(A Biblioteca Nacional possui uma cópia da gravura de Dürer…

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FBN | Documentos Literários: Nelson Werneck Sodré Escreve Sobre a Era Vargas

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No dia em que se completam 80 anos desde a instituição do regime ditatorial conhecido como Estado Novo, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta um artigo de Nelson Werneck Sodré acerca do período que ele intitulou “Época de Vargas”.

Getúlio Dornelles Vargas (São Borja, RS, 1882 – Rio de Janeiro, 1954) governou o Brasil em dois períodos. O primeiro durou 15 anos, começando em 1930. O Estado Novo se iniciou a 10 de novembro de 1937, quando Vargas se pronunciou no rádio por meio de um “Manifesto à Nação” no qual afirmava sua intenção de “reajustar o país à nova realidade”. Dentre as medidas adotadas pelo Estado Novo contam-se a supressão dos partidos políticos, a repressão aos opositores do regime – incluindo violência policial e tortura – e a censura à imprensa e a todo tipo de expressão midiática, para o que foi criado o…

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FBN | Documentos Literários: Carta de Ferdinand Denis ao Poeta e Etnólogo Gonçalves Dias

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A Série Documentos Literários homenageia Gonçalves Dias, autor de poemas como “Canção do Exílio” e “I-Juca Pirama” , no aniversário de sua morte.

Antônio Gonçalves Dias (Caxias, MA, 10 de agosto de 1823 – Guimarães, MA, 3 de novembro de 1864) é conhecido principalmente por sua obra literária, na qual se sobressaem os poemas nacionalistas e indigenistas. Entretanto, teve também uma importante atuação como jornalista, como professor do Colégio Pedro II, onde lecionou História e Latim, como advogado, formado na Universidade de Coimbra, e, ainda, como etnólogo e folclorista, tendo-se destacado na pesquisa sobre as línguas nativas. Por causa disso, foi convocado para dirigir a Seção Etnográfica e Narrativa da Comissão Científica de Exploração, organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB. Com ela viajou entre 1859 e 1860 pelo Ceará, depois visitou os estados do Pará e do Amazonas, onde coletou inúmeros objetos etnográficos.

Em 1862, Gonçalves Dias…

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Galeria

FBN | Exposição: “Uma viagem ao mundo antigo – Egito e Pompéia”

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D. Pedro II, imperador do Brasil de 1840 a 1889, era um amante da fotografia – é até mesmo considerado o primeiro fotógrafo brasileiro. Deixou uma coleção de 23 mil peças – parte integrante de sua biblioteca particular -, a maior parte doada à Biblioteca Nacional após a proclamação da República. Parte da coleção de fotografias estará exposta pela primeira vez na Biblioteca Nacional a partir do dia 30 de outubro, na mostra “Uma viagem ao mundo antigo – Egito e Pompéia – nas fotografias da Coleção D. Thereza Christina Maria”.

Para saber mais detalhes sobre a exposição acesse: https://www.bn.gov.br/…/exposicao-uma-viagem-ao-mundo-antig…

A mostra acontece no Espaço Eliseu Visconti, de 1 de novembro a 30 de janeiro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30 e sábado, das 10h às 14h30.
Entrada franca
Endereço: Rua México, s/n. Entrada pelo jardim da Fundação Biblioteca Nacional.

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FBN | Documentos Literários: Uma Carta do Autor de “Inocência”

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta de Alfredo d´Escragnolle Taunay, mais conhecido pelo título – visconde de Taunay – ao militar e historiador José Arthur Montenegro.

Taunay (Rio, 22/01/1843 – 25/01/1899) foi engenheiro militar, professor, escritor e historiador, entre outras atividades. Lutou na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870, e em seguida entrou para a carreira política, tendo sido eleito duas vezes deputado pela Província de Goiás e, mais tarde, nomeado presidente da província de Santa Catarina (junho de 1876 a janeiro de 1877). Seu nome, entretanto, é mais conhecido pelo trabalho como escritor, especialmente por duas obras: o diário de guerra “La Retraite de Laguna” — publicado em francês em 1871 e que só três anos depois ganharia uma tradução em português — e o romance “Inocência” (1872), que saiu primeiramente em folhetins no periódico “A Nação”, sob o pseudônimo de Sílvio…

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Editora Record – “Diário do Conde d’Eu”, organização de Rodrigo Goyena Soares

Blog do IDII

“Diário do Conde d’Eu”, organização de Rodrigo Goyena Soares

Por Rafael Sento Sé

“Foi uma luta obstinada: Pedra, que comandava a infantaria foi ligeiramente ferido por um golpe de lança que parou com o braço. Desde a manhã, as granadas passavam por cima de nossas cabeças e, amiúde, as balas de fuzil, perto de nossas orelhas. Quando granadas explodiam perto de mim, rapidamente se formava coro em meu Estado-Maior”. A viva descrição da Batalha de Campo Grande, pródiga em detalhes, integra o diário de campanha do Conde d’Eu, que comandou as tropas brasileiras no último ano da Guerra do Paraguai. Escrito em francês, língua-materna do marido da Princesa Isabel, o documento permaneceu inédito, recolhido no arquivo do Museu Imperial, por quase 120 anos. Encontrado pelo historiador e cientista político carioca Rodrigo Goyena Soares, especialista no estudo do conflito, o documento chega às mãos dos leitores em edição ilustrada e cuidadosamente…

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