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Arquivo mensal: maio 2012

166o Aniversário de Peter Carl Fabergé

Google está comemorando, nesta quarta-feira (30), o 166º aniversário de Peter Carl Fabergé. Ele ficou conhecido pela confecção de seus famosos ovos de Páscoa, chamados de Ovos Fabergé.

Google comemora o 166º aniversário de Peter Carl Fabergé (Foto: Reprodução/Google)

Peter Carl Fabergé (30 de maio, 1846 — 24 de setembro, 1920), foi um dos maiores joalheiros russos.

Seu nome de batismo era Karl Socatelli Gustavovich Fabergé. Especializou-se na confecção de obras com motivos de arranjos florais, grupos humanos e animais. Atualmente é mais conhecido pelos seus famosos ovos de páscoa, conhecidos como Ovos Fabergé realizados para a família imperial russa, e que o czar oferecia anualmente aos seus familiares.

Criados para os czares russos, os Ovos Fabergé eram obras-primas do segmento da joalheira. Produzidos com a combinação de materiais como ouro, prata, cobre e platina através da utilização de técnicas de esmaltagem plique-à-jour. Esses ovos, hoje, são disputados por colecionadores ao redor do mundo.Seus feitos também influenciaram os pais de crianças pobres a presentearem também seus filhos, mas com ovos de aves decorados.

Fabergé Coronation Egg

 
 

Curiosidades Literárias

CURIOSIDADES LITERÁRIAS:

Você sabia que:

Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

 

– Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. “Se não fizer isso, saio matando gente pela rua”. Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. “Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha.”

 
– Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o “furo”: Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.

Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo, SP. A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.

Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

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Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica.

Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. “Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue”, conta Agnes, a filha mais nova.

Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. “Por quê?”, perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: “O motivo é simples: nós somos amantes.” Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: “Muito prazer, encantado.” Era piada. Os dois nem se conheciam até então.


José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.


Machado de Assis era miope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Nova Friburgo. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina (Carolina Augusta Xavier de Novaes).

Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: “O senhor gosta de Camões?” Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos.

Gostaram?

Fonte: http://www.facebook.com/pages/Eu-amo-Ler/389742681051228

 
 

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Daniel Radcliffe e a tabela periódica em forma de canção

25 de maio de 2012 às 18h46

Daniel Radcliffe e a tabela periódica em forma de canção

O eterno Harry Potter exibe todo seu nerdismo ao recitar, inteirinha, a canção “The Elements”, do humorista e compositor norte-americano Tom Lehrer, que lista todos os elementos da tabela periódica até o momento da composição, nos anos 60.

Abaixo, você ouve a versão original de Lehrer.

Depois de ouvir o original, fica mais legal ouvir o Radcliffe cantando.

Do site: O Esquema

 

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Ah! Livros…

“Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia.” (Carl Sagan)

“Grandes mentes discutem idéias, mentes medianas discutem eventos, mentes pequenas discutem pessoas.”
(Eleanor Roosevelt)

“Uma biblioteca é um hospital para a mente.” (Anônimo)

Ilustração de Evangelina Prietro

“Você sabe que leu um bom livro, quando vira a última página e sente como se tivesse perdido um amigo.” (Anônimo)

“‘E na livraria eu percebi a imensidão do mundo. Tinha tudo ao meu alcance, todas as idéias, as histórias, as aventuras, as mentiras, o passado e o futuro, o amor e o ódio, o perigo e o crime, mas muita felicidade a cada palavra impressa nas páginas de cada livro. E esse mundo me fascinou. Queria ali morar” (Anônimo)

Ilustração de Victoria Assanelli

 
 

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Arte não pode ser inferior à ciência

Fonte: Jornal Zero Hora

Para ler mais: http://charleskiefer.blogspot.com.br/

 
2 Comentários

Publicado por em 28/05/2012 em Arte, Pensamentos

 

Há momentos em que palavras são desnecessárias

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Publicado por em 25/05/2012 em Fotos

 

Pinturas e livros…

Adoro pinturas envolvendo livros e o universo literário em geral.

Hoje encontrei essa no Facebook: “Story of golden locks”, de Seymour Joseph Guy (1824-1910).

Pelo olhar das crianças, essa versão de Cachinhos Dourados devia ser aterrorizante. Como, afinal, os contos de fada em suas primeiras versões escritas costumam ser…

 

Fonte: Libri antichi online – Studio bibliografico Apuleio

 
2 Comentários

Publicado por em 24/05/2012 em Arte, Livros

 

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Um bate-papo repleto de recordações animou a tarde da última sexta (18/5) na Biblioteca Nacional. O lançamento de “Diário Carioca – o jornal que mudou a imprensa brasileira” reuniu importantes nomes do jornalismo. Em retribuição ao convite, eles contaram deliciosas histórias. No papel de anfitriã, a autora Cecília Costa afirmou que, para ela, a obra foi um presente pelos 60 anos, comemorados no último dia 31/3. E passou a palavra ao poeta Ferreira Gullar.

Ver o post original 300 mais palavras

 
 

blogdabn

A Fundação Biblioteca Nacional assinou hoje o acordo que vai permitir a divulgação da Coleção Nelson Werneck Sodré através do projeto BN Digital. Doado à BN em 1995 pelo próprio intelectual, o material estará disponível na íntegra para consulta e inaugura “Legado” – área de destaque do site reunindo o acervo e documentos ligados a ele. A iniciativa representa um passo importante, por se tratar do 1º conjunto documental com direito autoral vigente a ter sua disponibilização na internet autorizada.

Olga Sodré, filha do intelectual brasileiro, assinou o termo na presença de Galeno Amorim (presidente da FBN), Mônica Rizzo (Diretora do Centro de Referência e Difusão da Fundação Biblioteca Nacional), Liana Gomes Amadeo (Diretora do Centro de Processos Técnicos da Fundação Biblioteca Nacional), Maria José Fernandes (Coordenadora de Acervo Especial da Fundação Biblioteca Nacional), Vera Faillace (Chefe da Divisão de Manuscritos da Fundação Biblioteca Nacional), Vinicius Martins (Representante da Biblioteca…

Ver o post original 280 mais palavras

 
 

D. João VI

245 anos do nascimento de D. João VI

Dom João VI de Portugal (nome completo: João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de BragançaLisboa13 de maio de 1767 — Lisboa, 10 de março de 1826), cognominado O Clemente, foi rei do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1816 a 1822de facto, e desde 1822 até 1825de jure. Desde 1825 foi o rei de Portugal até sua morte, em 1826. Pelo tratado do Rio de Janeiro de 1825, que reconhecia a independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, Dom João VI também foi o imperador titular do Brasil, embora tenha sido seu filho Dom Pedro I o imperador do Brasil de facto.

Um dos últimos representantes do absolutismo, Dom João viveu num período tumultuado, e seu reinado nunca conheceu paz duradoura. Ora era a situação portuguesa ou europeia a degenerar, ora era a brasileira. Não esperara vir a ser rei; só ascendeu à posição de herdeiro da Coroa pela morte de seu irmão mais velho, Dom José. Assumiu a regência quando sua mãe, Dona Maria I, foi declarada mentalmente incapaz. Teve de lidar com a constante ingerência nos assuntos do reino de nações mais poderosas, notadamente a EspanhaFrança eInglaterra. Obrigado a fugir de Portugal quando as tropas napoleônicas invadiram o país, chegando à colônia enfrentou revoltas liberais que refletiam eventos similares na metrópole, e foi compelido a retornar à Europa em meio a novos conflitos. Seu casamento foi da mesma forma acidentado, e a esposa, Dona Carlota Joaquina, repetidas vezes conspirou contra o marido em favor de interesses pessoais ou da Espanha, seu país natal. Perdeu o Brasil quando seu filho Dom Pedro proclamou a independência e viu seu outro filho, Dom Miguel, rebelar-se buscando depô-lo. Finalmente, foi provado há pouco tempo que morreu envenenado.

Não obstante as atribulações, deixou uma marca duradoura especialmente no Brasil, criando inúmeras instituições e serviços que sedimentaram a autonomia nacional, sendo considerado por muitos pesquisadores o verdadeiro mentor do moderno Estado brasileiro. Apesar disso, é até hoje um dos personagens mais caricatos da história luso-brasileira, sendo acusado de indolência, falta de tino político e constante indecisão, sem falar em sua pessoa, retratada amiúde como grotesca, o que, segundo a historiografia mais recente, na maior parte dos casos é uma imagem injusta.

 
 

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