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Arquivo mensal: outubro 2012

Minha casa, nossa casa.

ATENÇÃO: ALERTA DE PIEGUICE TOTALMENTE NECESSÁRIA!

“Amar é mudar a alma de casa”,
é ter no outro, nosso pensamento.
Amar é ter coração que abrasa,
amar, é ter na vida um acalento.

Amar é ter alegria que extravasa,
amar é sentir-se no firmamento.
“Amar é mudar a alma de casa”,
é ter no outro, nosso pensamento.

Amar, é aquilo que embasa,
é ter comprometimento.
Amar é, voar sem asa,
e porque amar é acolhimento,
“amar é mudar a alma de casa”

(Mário Quintana, in: Apontamentos de História Sobrenatural)

PARABÉNS PARA O MEU AMOR, A MINHA CASA: DANIEL.
COMEMORANDO 30 ANOS COM A CASA QUE AGORA NÓS DOIS HABITAMOS: BEBEL.
18 – 10 – 2012
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Publicado por em 19/10/2012 em Bebel, Datas, Fotos

 

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Associação Nacional de História (ANPUH) responde à crítica da Revista Veja sobre Hobsbawm

Em nota, entidade afirma que Veja teria reduzido historiador a um “idiota moral”.

A nota de repúdio foi publicada no perfil da entidade no último sábado. Confira, na íntegra, o texto da Associação Nacional de História, que teve como título, “Hobsbawm: Um dos maiores intelectuais do século XX”.

“Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas que tratava, formou gerações de intelectuais. Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista. Mas Hobsbawm não foi apenas um “acadêmico”, no sentido de reduzir sua ação aos limites da sala de aula ou da pesquisa documental. Fiel à tradição do “intelectual” como divulgador de opiniões, desde Émile Zola, Hobsbawm defendeu teses, assinou manifestos e escolheu um lado. Empenhou-se desta forma por um mundo que considerava mais justo, mais democrático e mais humano. Claro está que, autor de obra tão diversa, nem sempre se concordará com suas afirmações, suas teses ou perspectivas de futuro. Esse é o desiderato de todo homem formulador de ideias. Como disse Hegel, a importância de um homem deve ser medida pela importância por ele adquirida no tempo em que viveu. E não há duvidas que, eivado de contradições, Hobsbawm é um dos homens mais importantes do século XX.

Eis que, no entanto, a Revista Veja reduz o historiador à condição de “idiota moral” (cf. o texto “A imperdoável cegueira ideológica da Hobsbawm”, publicado em www.veja.abril.com.br). Trata-se de um julgamento barato e despropositado a respeito de um dos maiores intelectuais do século XX. Veja desconsidera a contradição que é inerente aos homens. E se esquece do compromisso de Hobsbawm com a democracia, inclusive quando da queda dos regimes soviéticos, de sua preocupação com a paz e com o pluralismo. A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) repudia veementemente o tratamento desrespeitoso, irresponsável e, sim, ideológico, deste cada vez mais desacreditado veículo de informação. O tratamento desrespeitoso é dado logo no início do texto “historiador esquerdista”, dito de forma pejorativa e completamente destituído de conteúdo. E é assim em toda a “análise” acerca do falecido historiador. Nós, historiadores, sabemos que os homens são lembrados com suas contradições, seus erros e seus acertos. Seguramente Hobsbawm será, inclusive, criticado por muitos de nós. E defendido por outros tantos. E ainda existirão aqueles que o verão como exemplo de um tempo dotado de ambiguidades, de certezas e dúvidas que se entrelaçam. Como historiador e como cidadão do mundo. Talvez Veja, tão empobrecida em sua análise, imagine o mundo separado em coerências absolutas: o bem e o mal. E se assim for, poderá ser ela, Veja, lembrada como de fato é: medíocre, pequena e mal intencionada.”

São Paulo, 05 de outubro de 2012

Diretoria da Associação Nacional de História
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013

 

Fonte:  Café História

 
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Publicado por em 09/10/2012 em História

 

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Civilidade Canina.

Tínhamos um old english sheepdog, que após uma tosa infelizmente necessária, assumiu ares de vira-lata.

De temperamento (excessivamente) espevitado, esperamos que um dia ela volte a ser o urso que era. E que, se possível, se acalme…

A realidade de ter um cão de companhia com temperamento de tapete às vezes parece mais próxima. Às vezes parece muito distante, pois o “corte de cabelo” parece tê-la deixado mais leve e mais ágil. A falta da franja a deixou com visão de super-cão, capaz de localizar os menores mosquitos na parede.

Enfim, talvez para compensar o choque que viu em nossos olhos no dia em que chegou de pelos cortados, Filó resolveu aprender alguns truques de civilidade:

FALTOU LEVANTAR A TAMPA, FILÓ!!!!!

 
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Publicado por em 03/10/2012 em Animais, Fotos

 

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Adeus, Hobsbawm!

No último dia dois de outubro, a História ficou mais triste. Perdemos um de nosso grandes ícones, o historiador Eric Hobsbawm. Seus estudos e escritos não apenas formaram gerações, como estiveram no cerne das transformações que a História sofreu ao longo do século XX.

Atire a primeira pedra que nunca sofreu com alguns de seus parágrafos, em seus longos textos. Quem nunca maldisse a leitura de um de seus livros às vésperas de uma prova. Sentimentos de amor e ódio com relação à genialidade de seus escritos densos como os clássicos “A Era das Revoluções” e “A Era do Capital”, sem falar na produção acerca do mundo do trabalho e trabalhadores, refrescados pelo não menos genial “História Social do Jazz”.

É verdade que historiadores costumam ter vidas longevas. No caso de Hobsbawm, não longeva o bastante. Com certeza, ainda tinha muito a contribuir nessa matéria que precisa de maturidade para ser genial, mesmo que seja encantadora desde o início.

Muito ainda deve ser lido e assimilado da obra de Eric Hobsbawm. As nações e o nacionalismo, os trabalhadores, as esquerdas, a História, e a humanidade ainda não estavam prontos para se despedir.

Na falta de maturidade para escrever o que deveria ser dito, deixo um link do Café História para que vocês conheçam mais do historiador. Ou, para os que já o conhecem, um deleite.

Eric Hobsbawm: vida e obra de um historiador singular

 
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Publicado por em 03/10/2012 em História

 

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blogdabn

A Casa da Leitura estará movimentada neste mês de outubro. Contação de histórias, saraus, debates e muita interação fazem parte das atividades reservadas para todas as idades.

Atração como o Terça Cultural apresenta uma variedade de temas a serem debatidos por especialistas, como no dia 9/10, às 18h30, que vai debater o tema “Diálogos poéticos e ambientais na poesia da Amazônia”, com a poeta Carla Nobre. Já no dia 16/10, “Brasileiro:  Villa-Lobos e seus Amigos”,   novo CD do pianista Nélson Freire, será comentado pelo musicista Manoel Correia do Lago. No dia 23/10 a Casa da Leitura convida o público para dançar: “Palco da Sagração – O maior festival de dança do mundo”, com o jornalista Joel Gehlen. E na última terça do mês, 30/10, “A nova dramaturgia na cena teatral carioca”, abre suas cortinas com seis autores da nova geração do teatro brasileiro, Felipe Rocha, Daniela Carvalho, Jô Bilac, Julia…

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