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Família Imperial – Notícias, fotos e vídeos

Dez verdades sobre a família imperial que não estão nos livros de História

Exames realizados em ossadas revelam segredos sobre Dom Pedro I e suas mulheres

18 de fevereiro de 2013 | 12h 40

SÃO PAULO – Os exames realizados nas ossadas da família imperial brasileira revelam fatos desconhecidos – e agora comprovados cientificamente – sobre Dom Pedro I e suas duas mulheres, as imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia.

Confira abaixo dez verdades reveladas pela arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel e por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP sobre os ilustres personagens históricos.


1.
 Dom Pedro I foi realmente enterrado – e não cremado, como afirma texto exposto no interior do Monumento à Independência, no Ipiranga, que abriga a cripta com os restos mortais do imperador e das duas imperatrizes. O estudo arqueológico na cripta afasta de vez a suspeita de que não haveria corpos ali.

2. A segunda mulher de Dom Pedro I, Dona Amélia de Leuchtenberg, foi mumificada. Seu corpo está preservado, inclusive cabelos, unhas e cílios.

3. Dona Leopoldina não teve o fêmur quebrado. Acreditava-se que ela teria caído – ou sido derrubada por Dom Pedro – de uma escada e sofrido uma grave fratura, que teria culminado em sua morte.

4. Dom Pedro I sofreu fraturas em quatro costelas. A causa seriam duas quedas de cavalo, em 1823 e 1829 – ele era um apaixonado por velocidade.

5. Dona Leopoldina foi enterrada com a mesma roupa com que foi coroada imperatriz do Brasil, em 1822. Como único ornamento, usava brincos de ouro com gemas que – presumia-se – eram pedras preciosas. Análise mostrou, no entanto, que são de resina – ou seja, eram bijuteria.

6. Dom Pedro I foi enterrado como Dom Pedro IV de Portugal, com roupas de general. Todas as insígnias encontradas com sua ossada são portuguesas, sem referências em suas vestes ao passado imperial brasileiro.

7. Quando morreu, aos 66 anos, Dona Amélia tinha escoliose severa – desvio na coluna que a fazia andar torta – e osteoporose.

8. Dom Pedro I não era tão alto como se supunha. Ele media entre 1,66 m e 1,73 m – alto para um português da época, mas de mediano para baixo para um homem brasileiro atual.

9. Dom Pedro I foi enterrado com solo da região de Porto, em Portugal. Possivelmente, uma homenagem da cidade ao homem que liderou o “Cerco do Porto” (1832-1833), famoso episódio da guerra pelo trono português, entre liberais e absolutistas.

10. Dona Amélia foi enterrada totalmente de preto. Ela guardou luto por 42 anos, após a morte de Dom Pedro I.

Veja também:
link ESPECIAL: Família imperial, uma nova história 
link Exames inéditos revelam estatura e detalhes físicos dos personagens históricos 
link Sob sigilo, d. Pedro I e suas duas mulheres são exumados pela primeira vez 
link Múmia de imperatriz surpreende pesquisadores
link De madrugada, imperadores passam pelo HC e ganham fichas médicas

Fonte: http://topicos.estadao.com.br/familia-imperial

 
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Publicado por em 18/02/2013 em História

 

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Entre dias 19 a 22 de fevereiro de 2013, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e a Universidade Federal Fluminense (UFF) realizam, com o apoio do Goethe-Institut e do Consulado Geral da França, um evento para discutir a formação do tradutor no Brasil.

Composto por seminários internos, palestras e oficinas – que terão a participação dos mais importantes profissionais e formadores do mercado –, o evento tem como objetivo fortalecer a rede brasileira e internacional de tradutores literários, incentivando assim as discussões sobre questões inerentes à profissão e aprimorando a tradução de obras brasileiras no exterior e de obras estrangeiras no Brasil.

O evento também será uma oportunidade para os profissionais discutirem a criação de um Colégio de Tradutores no Brasil, projeto que vem sendo elaborado pela FBN e pela UFF.

Mais informações: tradutoresbrasil@bn.br

 

A Formação do Tradutor

Dias 19 a 22/2/13.

Locais: Instituto de Letras da UFF (Campus Gragoatá)…

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100o Aniversário de Mary Leakey

100º Aniversário de Mary Leakey

Mary Leakey nasceu há cem anos

Reconhecida pelos seus trabalhos de arqueologia e antropologia a investigadora ajudou a perceber a evolução humana

2013-02-06
Mary Leakey foi uma das investigadoras mais importantes do século XX

Arqueóloga, antropóloga e aventureira, Mary Leakey nasceu há 100 anos, em Londres. Uma das cientistas mais importantes do século XX, lançou preciosas luzes sobre as origens do ser humano. Destacou-se com a descoberta do primeiro fóssil do esqueleto de procônsul, um primata que poderá ser antepassado dos hominídeos.

Ficou também conhecida pelas suas escavações, juntamente com o seu marido Louis Leakey, na garganta de Olduvai (Tanzânia) e por ter desenvolvido um sistema de classificação dos instrumentos de pedra lá encontrados, a primeira indústria lítica dos hominídeos do período Paleolítico Inferior. Foi também ela que descobriu as pegadas de hominídeo que se tornaram conhecidas como pegadas de Laetoli.

Mary Leakey, que morreu no Quénia com 83 anos, era filha do pintor paisagista Erskine Edward Nicol e de Cecilia Marion Nicol. Devido ao ofício do pai, viajou muito durante a infância, tendo a família acabado por se instalar em França.

Com apenas 12 anos, começou a escavar uma gruta perto do sítio onde morava. O seu interesse pela pré-História foi crescendo. Começou a coleccionar e a desenhar objectos pré-históricos, criando também sistemas de classificação.

Em 1932, o seu trabalho como ilustradora chamou a atenção da arqueóloga Gertrude Caton–Thompson, que a convidou para a acompanhar nas suas escavações. Como ilustradora e arqueóloga amadora, participou em diversas expedições, numa das quais conheceu Louis Leakey.

O casal teve três filhos, que passaram a maior parte da infância em sítios arqueológicos. Em 1960, Mary tornou-se directora das escavações na garganta de Olduvai. Com a morte do marido, em 1972, Mary e os filhos não deixaram o interesse pela arqueologia. Mary Leakey, que dizia sentir-se melhor numa tenda do que numa casa, trabalhou incansavelmente até uma idade avançada.

Quando morreu, em 1996, era uma paleoantropóloga reconhecida tanto pelos seus trabalhos de investigação, como pelo contributo que deu à carreira do marido e dos filhos. Um deles, Richard Leakey, é actualmente um conceituado paleoantropólogo.

Na homenagem que a Google faz hoje à investigadora (num doodle), podem ver-se os seus animais de estimação – dois dálmatas – a acompanharem-na na descoberta das pegadas de Laetoli.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56928&op=all
 
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Publicado por em 06/02/2013 em Datas, Doodles

 

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