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Arquivo mensal: outubro 2014

Prêmio Camões 2014 contempla obra de Alberto da Costa e Silva

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O prêmio Camões de 2014 contemplou o trabalho do poeta, historiador e ensaísta dado a multifacetados estilos e formas, Alberto de Costa e Silva. O paulista, nascido em 12 de maio de 1931, foi honrado aos 83 anos de idade na 23º edição do maior prêmio de língua portuguesa.

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O vencedor do Prêmio Camões 2014, Alberto da Costa e Silva

A cerimônia de premiação foi iniciada com uma mesa redonda e teve a participação de Antônio Carlos Secchin, João José Reis e Luiz Octavio Gallotti, lotando o Auditório Machado de Assis, no prédio sede da Fundação Biblioteca Nacional.

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Da esquerda para a direita: O secretário de Estado da Cultura de Portugal, Jorge Barreto, Alberto da Costa e Silva segurando o prêmio, e a secretária executiva do Ministério da Cultura, Ana Cristina Wanzeler.

A comissão julgadora se reuniu em maio desse ano em Lisboa e decidiu premiar o ilustre memorialista, professor e diplomata Alberto da Costa…

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Aprendendo a velocidade de leitura…

Tenho um vício desenfreado por livros. De verdade. Praticamente beirando a bibliomania de Flaubert. José Mindlin é meu ídolo. Meu coração pertence aos livros impressos, mas também tenho uma queda pelas versões digitais.

Historiadora, doutoranda e escritora1, leio com bastante conforto na tela do computador, e com a coleção de livros da casa beirando o milhar, resolvi ser mais simpática aos e-books. O fato de meu marido ser sociólogo e professor, e de minha filha de dois anos já ser apaixonada por livros2 tem acelerado a contagem. Enfim, com o espaço nas estantes diminuindo, passei a ocupar também lugar no HD.

Ainda não adquiri um dispositivo de leitura propriamente dito, mas já possuo há bastante tempo um aplicativo no celular. Confesso que só tinha utilizado para ler um livro, O Cão dos Baskerville, o que foi feito em doses homeopáticas ao longo de muitos meses. No entanto, após abrir conta em um site que indica livros grátis, comecei a ler com um pouco mais de frequência no dispositivo, e hoje me dei conta que uma de suas funções me causa profunda ansiedade: calcular a velocidade de leitura.

Uma das coisas que adoro fazer é virar a noite lendo um livro do início ao fim. Há um prazer estranho em só notar que o dia já amanheceu depois de ler a última frase de uma obra. Obviamente, com um doutorado em vias de ser defendido e uma filha de dois anos, tal não acontece frequentemente. De qualquer forma, parte da adrenalina está em ver as horas passarem e a leitura avançar. O “será que vou conseguir terminar” é o meu equivalente ao looping de uma montanha-russa. O grande problema é lidar com certa culpa de fazer isso nas ocasiões que eu sei que deveria estar trabalhando ou dormindo…

Mas voltando às funções de leitura: eu não tinha prestado muita atenção ao “aprendendo a velocidade de leitura” até hoje, ao olhar rapidamente o começo de um novo livro. Normalmente minha atenção se volta às minúsculas letras no canto esquerdo da tela do celular quando marca a opção aprendendo, ou no final de um capítulo e seus X minutos para terminá-lo. No entanto, por algum motivo que desconheço, o aplicativo resolveu me presentear com o tempo total para terminar a obra: 11 horas e muitos minutos. Mesmo sabendo que eu não poderia finalizar a leitura nesse dia, o fato consumado em números me causou uma forte angústia.

Qual é a graça de saber em quanto tempo se vai terminar de ler um livro? Qual o motivo de compartimentar um prazer em horas e minutos? A vida moderna e a necessidade de realizar várias tarefas está realmente colocando um preço na diversão. É como um decreto de que aquele looping não vai durar para sempre. Tenho pavor de montanhas-russas, mas já andei em algumas para saber que se, ao invés de uma música interessante houvesse cronômetro regressivo informando os segundos entre o início e o fim da viagem, a burocracia da contagem diminuiria a diversão. Ou ao menos faria com que a adrenalina livre cedesse lugar à uma nada aprazível ansiedade.

Sendo assim, tenho as seguintes alternativas: escarafunchar o aplicativo em busca da opção de desabilitar a função ou ao menos relegá-la aos capítulos separadamente; ou tentar enlouquecer o sensor lendo cada capítulo em uma velocidade, o que dever ser divertido. Mas o melhor de tudo é sempre poder contar com o bom e velho livro impresso em que a única função é a imaginação. Obrigada, Gutenberg!

 

Lendo Oscar Wilde

 

1 Não pude adicionar blogueira à lista porque o “Lanchinho da Meia-Noite” tem sido bastante negligenciado. Mas prometo novidades quentes de Sangue Azul em breve. Muito em breve!

2 O livro favorito da Bebel que está nas nossas estantes, não na dela, e é um de meus preferidos: O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde. Mas mesmo uma mãe coruja tem que admitir que isso provavelmente se deva ao fato da capa ser rosa-shocking.

 

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FBN abre a exposição “Brasil: infinitas linhas, infinitas histórias.

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A exposição “Brasil: incontáveis linhas, incontáveis histórias” foi aberta ao público na última sexta-feira (24/10).  O projeto tem a participação conjunta da Fundação Biblioteca Nacional e da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil.

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Homenageando Ziraldo e Roger Mello – vencedor do Prêmio Hans Christian Andersen de ilustração em 2014, sendo o 1º vencedor latino-americano da categoria, a exposição contém ilustrações originais de artistas consagrados como Di Cavalcanti, Cândido Portinari e André Le Blanc.

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Após o grande sucesso desse ano na Feira de Bolonha, que teve o Brasil como país homenageado, a mostra veio para o Brasil expondo imagens do próprio acervo da Biblioteca Nacional, tendo cerca de 70 ilustrações de 55 autores brasileiros e livros de literatura infanto-juvenil.

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A mostra “Brasil: infinitas linhas, infinitas histórias” vai até fevereiro de 2015. A entrada é franca.

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Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti. Rua México s/nº (entrada pelo jardim), Centro. Horário: Segunda à sexta, das 9h às 17h…

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FBN abre a exposição “Brasil: infinitas linhas, infinitas histórias.

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A exposição “Brasil: incontáveis linhas, incontáveis histórias” foi aberta ao público na última sexta-feira (24/10).  O projeto tem a participação conjunta da Fundação Biblioteca Nacional e da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil.

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Homenageando Ziraldo e Roger Mello – vencedor do Prêmio Hans Christian Andersen de ilustração em 2014, sendo o 1º vencedor latino-americano da categoria, a exposição contém ilustrações originais de artistas consagrados como Di Cavalcanti, Cândido Portinari e André Le Blanc.

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Após o grande sucesso desse ano na Feira de Bolonha, que teve o Brasil como país homenageado, a mostra veio para o Brasil expondo imagens do próprio acervo da Biblioteca Nacional, tendo cerca de 70 ilustrações de 55 autores brasileiros e livros de literatura infanto-juvenil.

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A mostra “Brasil: infinitas linhas, infinitas histórias” vai até fevereiro de 2015. A entrada é franca.

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Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti. Rua México s/nº (entrada pelo jardim), Centro. Horário: Segunda à sexta, das 9h às 17h…

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FBN I História – Primeira Guerra Mundial

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No dia 27 de outubro de 1917, o jornal O Imparcial estampava em sua capa: “A Guerra Universal – A conquista germânica do Brasil esteve prestes a se realizar. Os alemães anunciam haver rompido as linhas italianas, capturando 30.000 prisioneiros e 300 canhões”.

O Brasil declarou Estado de Guerra contra a Alemanha em 26 de outubro de 1917, após dois navios brasileiros serem atacados. O ocorrido fez com que o presidente decretasse o apressamento de 45 navios alemães que estavam atracados em portos brasileiros, como forma de indenização. Um desses navios serviu de estopim para a entrada do Brasil no conflito.

O navio “Macau” foi torpedeado por um submarino alemão, perto da costa da Espanha, e seu comandante feito prisioneiro. Com a pressão popular contra a Alemanha, o país declarou guerra aos Poderes Centrais.

Saiba mais sobre a Primeira Guerra Mundial visitando a exposição “Guerra: ó dor, ó vergonha!”.

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FBN recebe mais um Prêmio Memória do Mundo

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No mês de outubro, mais uma coleção da Biblioteca Nacional foi reconhecida como patrimônio mundial. As “Cartas Andradinas”, armazenadas na seção de manuscritos, receberam o Prêmio “Memória do Mundo”, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a Unesco. As cartas são manuscritos escritos pelos três irmãos Andradas- José Bonifácio, Martim Francisco e Antônio Carlos.

A obra é composta por 69 cartas destinadas ao diplomata e jornalista Antônio de Menezes Vasconcelos de Drummond, entre 1824 e 1833. Mello Moraes herdou e possuiu os documentos, comprados no século XIX pela Biblioteca Nacional.

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É a terceira vez que uma coleção da Biblioteca Nacional é contemplada com o Prêmio Memória do Mundo. A Carta de Abertura dos Portos, de 1808 , documento diplomático, e a Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira, de um dos maiores naturalistas luso-brasileiros, já receberam notoriedade e reconhecimento da Unesco. O programa “Memória do Mundo” identifica…

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FBN I História – Fim da Guerra de Canudos

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canvasNo dia 07 de outubro de 1897, o jornal Gazeta de Notícias publicou na sua primeira página: “Canudos – A victoria. Chegou o desejado dia da victoria! Segundo nos informa o telegrapho, estão satisfeitas as esperanças da nação e desafrontados os brios do exercito e da Republica. Canudos é nosso; desabou o último baluarte dos ferozes jagunços de Antonio Conselheiro”.

Leia a matéria na íntegra: http://bit.ly/1s8sDLN

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