RSS

Arquivo mensal: maio 2015

29 de maio – Dia do Geógrafo

blogdabn

Carta corographica da capitania do Ryo de Janeyro, capital dos estados do Brasil / Por Francisco João Roscio, 1777.  Descrição original: 1 mapa ms. : desenho a nanquim ; 58 x 94,5cm em f. 60 x 96,5. Coleção: Benedicto Ottoni. Carta corographica da capitania do Ryo de Janeyro, capital dos estados do Brasil / Por Francisco João Roscio, 1777.
Coleção: Benedicto Ottoni.

Dia 29 de maio comemora-se o dia do Geógrafo, profissão regulamentada pela Lei n° 6.664, de 26/6/79, e Decreto n°85.138, de 15/12/80, e pela Lei n° 7.399, de 04/11/85, e Decreto n° 92.290, de 10/01/86. No dia 29 de maio também se comemora o aniversário de fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), bem como o dia do Estatístico.

A palavra Geografia é resultante da junção dos radicais gregos “geo” e “graphos”, significando, respectivamente, “Terra” e “escrever”. Geografia é, portanto, o estudo científico da superfície da Terra, com o objetivo de descrever e analisar a variação espacial de fenômenos físicos, biológicos e humanos. (Fonte IBGE)

Para homenagear os profissionais da área, a Fundação Biblioteca Nacional disponibiliza por meio do Setor de Documentos Cartográficos, links para alguns…

Ver o post original 214 mais palavras

 
 

FBN I Curso – “História do livro das bibliotecas: fundamentos da Biblioteconomia de livros raros”

Olhem só, Maria Eduarda Campos e Tania Bessone.

blogdabn

Sob a coordenação da equipe do PLANOR – Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras, a Fundação Biblioteca Nacional realizará nos dias 14 a 16 de outubro de 2015 o curso – “História do livro das bibliotecas: fundamentos da Biblioteconomia de livros raros”.
As inscrições serão abertas a partir de 03 de agosto de 2015.

Informações: planor@bn.br

História do livro das Bibliotecas - convite_virtual _final_07

Ver o post original

 
 

FBN I Parcerias – Biblioteca Nacional empresta obras para exposições

blogdabn

Obras expostas no Centro Cultural Correios. Exposição: “A muito Leal e Heróica Cidade do Rio de Janeiro”. Obras expostas no Centro Cultural Correios. Exposição: “A muito Leal e Heróica Cidade do Rio de Janeiro”.

Em um cuidadoso processo, que envolve ações administrativas, de preservação e segurança, critérios expositivos e acompanhamento das peças, a Biblioteca Nacional empresta originais de seu acervo para exposições externas. Atualmente, estão expostas obras nas mostras “A Muito Leal e Heroica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, no Rio de Janeiro, e “Traduções da Natureza – bancos ameríndios e desenhos naturalistas”, em São Paulo.

Dentro de sua missão de difundir a memória bibliográfica e documental nacional, a Biblioteca Nacional (BN) realiza o empréstimo de obras do seu acervo para exposições no Brasil e no exterior, desde que sejam atendidos todos os requisitos necessários.

“A instituição solicitante tem que apresentar as condições de ambientação (luminosidade, temperatura e umidade) e segurança exigidas. Outros critérios também são seguidos para o empréstimo, como, por exemplo, o…

Ver o post original 490 mais palavras

 
 

Rio 450 anos – Bairros do Rio – Bangu

blogdabn

Fachada da Fábrica de Tecidos Bangu - Revista da Semana 11/11/1906 Fachada da Fábrica de Tecidos Bangu – Revista da Semana 11/11/1906

Bangu é um bairro da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, cujo nome deriva da palavra indígena “útang-û”, que significa anteparo escuro ou barreira negra, uma alusão a montanha ou a serra.

Os registros históricos sobre Bangu, ressaltam o nome de Manuel de Barcelos Domingues. Foi Domingues o primeiro a se interessar pelas terras desmembradas da paróquia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande e torná-las produtivas. Foi também o fundador, em 1673, da então Fazenda Bangu onde construiu uma capela e também o Engenho da Serra com a finalidade de produzir açúcar, álcool, cachaça e rapadura.

A iniciativa e o sucesso de Manuel Domingues logo despertaram interesse de outros proprietários de roças vizinhas, dentre elas: Piraquara, Retiro, Viegas, além de reacender o interesse dos religiosos do Carmo pela região.

Ao longo dos anos, o…

Ver o post original 469 mais palavras

 
 

18/05/1910 – O Cometa de Halley passa entre o sol e a terra

blogdabn

Imagem do jornal O Paiz - 1910 - Coemta Halley Imagem do jornal O Paiz – 1910 – Cometa Halley

O Monstro passou…Incolume, o susto também passou… pode continuar o caminho.

Assim começava a matéria do jornal o Paiz  de 19/05/1910 sobre a passagem do Cometa de Halley:

“ Como assumpto para pilhérias e para sustos, nenhum, nem mais próprio nem mais fértil do que o cometa.

Foi um sucesso! Quem não teve o seu momentosinho de receio em face dos cálculos desencontrados dos observatórios, sobre a passagem ou não do nosso planeta por sua cauda?

Dos mais corajosos, quem não retirou disso motivo para uma léria ao seu próximo perplexo, apavorado, com ímpetos de se confessar e com receio de publicar o seu desanimo mortal e o seu interno religioso extorquido pela presença desse hóspede inoportuno?

Tudo porém pode ser recordado sem ferir melindrez. O cometa visitou-nos com pressa e com discreção diplomática, errou um pouco sobre nossas cabeças…

Ver o post original 183 mais palavras

 
 

18/05/1910 – O Cometa de Halley passa entre o sol e a terra

blogdabn

Imagem do jornal O Paiz - 1910 - Coemta Halley Imagem do jornal O Paiz – 1910 – Cometa Halley

O Monstro passou…Incolume, o susto também passou… pode continuar o caminho.

Assim começava a matéria do jornal o Paiz  de 19/05/1910 sobre a passagem do Cometa de Halley:

“ Como assumpto para pilhérias e para sustos, nenhum, nem mais próprio nem mais fértil do que o cometa.

Foi um sucesso! Quem não teve o seu momentosinho de receio em face dos cálculos desencontrados dos observatórios, sobre a passagem ou não do nosso planeta por sua cauda?

Dos mais corajosos, quem não retirou disso motivo para uma léria ao seu próximo perplexo, apavorado, com ímpetos de se confessar e com receio de publicar o seu desanimo mortal e o seu interno religioso extorquido pela presença desse hóspede inoportuno?

Tudo porém pode ser recordado sem ferir melindrez. O cometa visitou-nos com pressa e com discreção diplomática, errou um pouco sobre nossas cabeças…

Ver o post original 183 mais palavras

 
 

17 de maio de 1888 – Missa Campal de Ação de Graças pela Abolição da Escravatura

blogdabn

missa campal

A Brasiliana Fotográfica identificou Machado de Assis na fotografia da Missa Campal de Ação de Graças pela Abolição da Escravatura realizada no dia 17 de maio de 1888, no Campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. O autor da foto, a única conhecida sobre o acontecimento, foi Antonio Luiz Ferreira. A identificação de Machado de Assis foi confirmada por Eduardo Assis Duarte, doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada (USP) e professor da Faculdade de Letras da UFMG , que considerou a referida fotografia um documento histórico da maior importância. Segundo ele, Machado de Assis teve uma “atitude mais ou menos esquiva na hora da foto, em que praticamente só o rosto aparece, dando a impressão de que procurou se esconder, mas sem conseguir realizar sua intenção totalmente. Atitude esta plenamente coerente com o jeito encolhido e de caramujo que sempre adotou em público, uma vez…

Ver o post original 291 mais palavras

 
 
 
%d blogueiros gostam disto: