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Arquivo mensal: junho 2015

FBN I História – Estádio Mário Filho (Maracanã) – 65 anos

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maracanã 1

Em 16 de junho de 1950, com a realização do jogo amistoso entre as seleções do   Rio de Janeiro e São Paulo, que terminou com vitória dos paulistas por 3 X 1, era inaugurado o Estádio Mario Filho, conhecido mundialmente como Maracanã.  A partida consagrou o meio-campista da equipe carioca Didi, do Fluminense, como o autor do primeiro no estádio e o goleiro paulista Osvaldo Pisoni como o primeiro a levar um gol.

No dia da partida, o Jornal Diário da Noite publicou na sua primeira página:

Hoje: presente régio à cidade – UM ESTÁDIO PARA A COPA DO MUNDO – De onde ponta-pés famosos abalarão os desportistas do Mundo.

O jornal prossegue na página seis com a seguinte descrição:

A maior praça de esportes da América do Sul – a segunda do planeta – abrirá, assim suas portas para a Copa do Mundo, oferecendo as visitantes estrangeiros uma realidade…

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FBN I Série Reclames – Semana 1

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Anúncios veiculados no periódico Revista da Semana 1921/1922.

Conheça o estilo de propaganda utilizado na década de 1920 pelos anunciantes da Revista da Semana consultando a Hemeroteca Digital:http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx…

sabão 11.06.1922

pastilhas valda junho 1921

lavolina e enxaqueca junho  1921

Instituto Ludovig 06.1921

enxaqueca junho 1921

Creme simon  11.06.1922

Bicuru - 06.1921

Baton Tangee 08.06.1941

A Brasileira - 11







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Nos 450 anos do Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional homenageia o maior cronista da cidade – João do Rio

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Retrato de João do Rio. Autor desconhecido. “[...] porque a vaidade obriga um conferente a publicar as conferências com a esperança de que um leitor vale mais que cem ouvintes.” Retrato de João do Rio. Autor desconhecido.
“[…] porque a vaidade obriga um conferente a publicar as conferências com a esperança de que um leitor vale mais que cem ouvintes.”

Em comemorações do 450º aniversário da “cidade maravilhosa” a Biblioteca Nacional publica três clássicos de João do Rio, um presente especial aos cariocas: a reedição, pela primeira vez, de três livros de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, o João do Rio (1881- 1921), considerado por muitos o mais importante cronista da cidade. São eles Psicologia urbana, de 1911, Os dias passam…, de 1912 e No tempo de Wenceslau…, de 1917, todos reunindo crônicas e conferências do escritor e repórter que é um símbolo da antiga capital federal. As novas edições trazem ainda, além da apresentação de cada título, notas informativas e cadernos de imagens, com fotografias, caricaturas e trechos de jornais da época.

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Brasiliana Fotográfica – Alberto Henschel (Berlim, 13 de junho de 1827 – Rio de Janeiro, 30 de junho de 1882)

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Photographia Allemã. Alberto Henschel (à direita) e Constantino Barza,  c. 1877. Recife, Pernambuco. Coleção de retratos Francisco Rodrigues, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Ministério da Educação Photographia Allemã. Alberto Henschel (à direita) e Constantino Barza, c. 1877. Recife, Pernambuco. Coleção de retratos Francisco Rodrigues, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Ministério da Educação

No mês de junho são celebradas as datas de nascimento e de morte do berlinense Alberto Henschel, um dos mais importantes fotógrafos que atuaram no Brasil na segunda metade do século XIX. Chegou em Recife, em 1866, e, ao longo de 16 anos, teve uma intensa atividade no país. Segundo Boris Kossoy, Henschel pode ser considerado pioneiro no Brasil como empresário da fotografia, pois chegou a ter quatro estabelecimentos: o primeiro em Recife (1866), o segundo em Salvador (provavelmente em 1868) e os últimos no Rio de Janeiro (1870) e em São Paulo (1882). Dedicou-se com talento aos retratos, às paisagens e às imagens etnográficas, tendo se destacado nos retratos de mulheres africanas e afro-descendentes. Também fotografou vários membros da família real no Brasil.

“Henschel fotografou o Rio e…

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FBN I Série Reclames – Semana 1

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sabão 11.06.1922

pastilhas valda junho 1921

lavolina e enxaqueca junho  1921

Instituto Ludovig 06.1921

enxaqueca junho 1921

Creme simon  11.06.1922

Bicuru - 06.1921

Baton Tangee 08.06.1941

A Brasileira - 11







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Nos 450 anos do Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional homenageia o maior cronista da cidade – João do Rio

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Retrato de João do Rio. Autor desconhecido. “[...] porque a vaidade obriga um conferente a publicar as conferências com a esperança de que um leitor vale mais que cem ouvintes.” Retrato de João do Rio. Autor desconhecido.
“[…] porque a vaidade obriga um conferente a publicar as conferências com a esperança de que um leitor vale mais que cem ouvintes.”

Em comemorações do 450º aniversário da “cidade maravilhosa” a Biblioteca Nacional publica três clássicos de João do Rio, um presente especial aos cariocas: a reedição, pela primeira vez, de três livros de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, o João do Rio (1881- 1921), considerado por muitos o mais importante cronista da cidade. São eles Psicologia urbana, de 1911, Os dias passam…, de 1912 e No tempo de Wenceslau…, de 1917, todos reunindo crônicas e conferências do escritor e repórter que é um símbolo da antiga capital federal. As novas edições trazem ainda, além da apresentação de cada título, notas informativas e cadernos de imagens, com fotografias, caricaturas e trechos de jornais da época.

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Brasiliana Fotográfica – Alberto Henschel (Berlim, 13 de junho de 1827 – Rio de Janeiro, 30 de junho de 1882)

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Photographia Allemã. Alberto Henschel (à direita) e Constantino Barza,  c. 1877. Recife, Pernambuco. Coleção de retratos Francisco Rodrigues, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Ministério da Educação Photographia Allemã. Alberto Henschel (à direita) e Constantino Barza, c. 1877. Recife, Pernambuco. Coleção de retratos Francisco Rodrigues, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Ministério da Educação

No mês de junho são celebradas as datas de nascimento e de morte do berlinense Alberto Henschel, um dos mais importantes fotógrafos que atuaram no Brasil na segunda metade do século XIX. Chegou em Recife, em 1866, e, ao longo de 16 anos, teve uma intensa atividade no país. Segundo Boris Kossoy, Henschel pode ser considerado pioneiro no Brasil como empresário da fotografia, pois chegou a ter quatro estabelecimentos: o primeiro em Recife (1866), o segundo em Salvador (provavelmente em 1868) e os últimos no Rio de Janeiro (1870) e em São Paulo (1882). Dedicou-se com talento aos retratos, às paisagens e às imagens etnográficas, tendo se destacado nos retratos de mulheres africanas e afro-descendentes. Também fotografou vários membros da família real no Brasil.

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