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Arquivo mensal: julho 2016

FBN I 29 de julho de 1846, nasce Isabel de Bragança Bourbon e Orleans, a princesa d. Isabel

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J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN J. Cortois. Isabel, Princesa do Brasil [Iconográfico] / Acervo FBN

Nascida em 29 de julho de 1846, no Palácio de São Cristóvão, Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança Bourbon e Orleans, filha do imperador d. Pedro II e da imperatriz d. Teresa Cristina, tornou-se herdeira do trono após a morte de seus irmãos d. Afonso, em 1847, e Pedro Afonso, em 1850. Entre suas realizações mais conhecidas estão a sanção da lei do Ventre-Livre, em 28 de setembro de 1871, que declarava livres todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data, e a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, segundo a qual “ficavam libertos todos os escravos do Brasil”. (fonte: http://www.museuimperial.gov.br)

Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN Joaquim Insley Pacheco. Isabel, Princesa do Brasil, 18? / Acervo FBN

Para ter acesso a fotos e documentos referentes à princesa d. Isabel e ao Brasil Imperial, consulte a BNDigital em: http://bndigital.bn.br/acervodigital/

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FBN I Documento da Semana – 27 de julho de 1988: Após 21 anos, Brasil aprova Nova Constituição.

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Ulysses Guimarães – Foto Tribuna da Imprensa Ulysses Guimarães – Foto Tribuna da Imprensa

Após exaustivos debates e muita resistência, parlamentares guiados pelo deputado Ulysses Guimarães aprovaram uma nova Constituição Federal para o Brasil.

O documento é a manchete do jornal Tribuna da Imprensa, anunciando a aprovação da nova Constituição Federal. Edição 11969, de 28 de julho de 1988.


” Ulysses afirma que nova Constituição não será inacabada, mutilada ou profana”.

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FBN | 25 de julho – Dia Nacional do Escritor

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euclydes da cunha

A Fundação Biblioteca Nacional presta homenagem aos escritores brasileiros disponibilizando, para consulta e download, 8 álbuns da série ‘Sonetos Brasileiros’ (Garnier, M. J. – 18–), na qual figuram literatos como  Alphonsus Guimarães, Euclides da Cunha, Benjamin Constant, Augusto dos Anjos, Tasso da Silveira, entre outros.

benjamin constant

Para visualizar os álbuns, acesse:

1. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960838/icon960838.htm
2. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960837/icon960837.htm
3. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960836/icon960836.htm
4. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960835/icon960835.htm
5. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960834/icon960834.htm
6. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960833/icon960833.htm
7. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960832/icon960832.htm
8. http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon960830/icon960830.htm

augusto dos anjos

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FBN I 16 de julho de 1756, nasce José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairú

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Nascido em 16 de julho de 1756, na cidade de Salvador, José da Silva Lisboa, também conhecido como o Visconde de Cairú, é reconhecido como o primeiro economista brasileiro. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1779, escreveu obras científicas, literárias e políticas, dentre as quais estão o tratado de Direito Mercantil, publicado em 1801, e os “Princípios de Economia Política”, escrito em 1804. Além disso, José da Silva Lisboa contribuiu com muitos periódicos, no sentido de orientar a favor da causa da independência nacional. Amigo de Dom Pedro I, o economista tomou parte ativa no movimento político que levou à emancipação do Brasil e à fundação do Primeiro Reinado, sendo agraciado, após o estabelecimento do Império, com o título de Visconde de Cairú.

A Biblioteca Nacional, por meio da BNDigital, oferece aos leitores, inteiramente digitalizado, os livros “Introdução a historia dos principais sucessos politicos do Imperio do Brasil“, “Manual de politica orthodoxa

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FBN I História -16 de julho de 1696, fundação da cidade de Mariana – MG

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Acervo Biblioteca Nacional Acervo Biblioteca Nacional

Liderados por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça, bandeirantes paulistas encontraram ouro em um rio batizado de Ribeirão Nossa Senhora do Carmo, em 16 de julho de 1696. Às margens desse rio, nasceu um arraial que, pouco tempo depois, transformou-se num dos principais fornecedores do minério para Portugal, tornando-se, ainda, a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro.

Primeira vila, primeira capital, sede do primeiro bispado e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais, a história de Mariana, imersa num contexto de descobertas, religiosidade, expressão artística e busca por ouro, é marcada, também, pelo pioneirismo de uma região que resiste aos séculos, conservando a memória do Brasil Colonial. (fonte:  http://www.pmmariana.com.br/historico).

Augusto Riedel - "Cidade episcopal de Marianna" Augusto Riedel – “Cidade episcopal de Marianna”

Para saber mais sobre a cidade, acesse: http://www.pmmariana.com.br/

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FBN I Homenagem – 14 de julho de 1909 – Inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

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Musso, Luiz Theatro Municipal - [Rio de Janeiro] : [s.n.], [191-]. Musso, Luiz
Theatro Municipal
– [Rio de Janeiro] : [s.n.], [191-].

O jornal Gazeta de Notícias chega às bancas no dia 14 de julho de 1909 com a seguinte notícia:

“A INAUGURAÇÃO DO THEATRO MUNICIPAL –  O espetáculo de hoje”

Inaugura-se hoje o Theatro Municipal, uma das jóias de que nos podemos gabar.

“O espetáculo obedecerá o seguinte programma:

Depois do hymno nacional, executado pela grande orchestra dirigida pelo maestro Francisco Braga, seguir-se-á o seguinte programa:

Discurso official pelo senhor Olavo Bilac; “Insomnia”, poema symphonico do maestro Francisco Braga, texto do senhor Escragnolle  Dória; Nocturno da Ópera “Condor”, de Carlos Gomes “Bonança”, peça em 1 acto, de Coelho Neto, desempenhada pelos artistas nacionais da companhia dramática Artur Azevedo, com a seguinte distribuição: Lício, Sr. A. Ramos; Padre Anzelmo, Sr. C. Nazareth; Amadeu, Sr. João de Deus; Adelaide, Sra. Luiza de Oliveira; Damiana, Sra. Gabriella Montani; Lenora, Sra. Lucília Peres; “Moema”…

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FBN | Mostra – Contratos Literários da Livraria Garnier

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Contrato de Machado de Assis para a edição de "Helena do Vale". Contrato de Machado de Assis para a edição de “Helena do Vale”.

Composta por quatro contratos literários originais da Livraria Garnier, a mostra organizada pela Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional está aberta à visitação de segunda a sexta, de 10h às 18h. Entre os documentos selecionados, estão os acordos definidos com Machado de Assis e José de Alencar.

A Livraria Garnier foi fundada em 1844, no Rio de Janeiro, como uma filial da livraria francesa Garnier Frères, pertencente a Auguste e Hippolyte Garnier. À sua frente estava o irmão mais novo de ambos, Baptiste-Louis Garnier (1823 – 1893). O estabelecimento, que funcionou em dois diferentes endereços da Rua do Ouvidor, viria a se tornar uma das mais importantes livrarias e editoras do Brasil no século XIX.

Embora os livros fossem impressos na Europa, a Garnier mantinha uma equipe de redatores, revisores e tradutores altamente qualificados, pagava os direitos autorais e…

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