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Arquivo do autor:Lanchinho da Meia-Noite

Sobre Lanchinho da Meia-Noite

Descrição: Não sei se tenho falta de foco ou excesso de interesses. Minha sobrinha mais velha disse que tenho superávit de atenção. Gosto de cinema, de cozinhar, adoro ler. E este blog terá um pouco de tudo. Sou historiadora e escritora iniciante, e no momento esta faceta é a que mais tem se manifestado em minha vida. Acabei de escrever um livro de 340 páginas e pretendo organizar as idéias para duas continuações. A trama central do "Lanchinho da Meia-Noite" será sobre esse processo da escrita. Curiosos para saber o porquê do nome? Aguardem para ler.

FBN | Documentos Literários: Uma Carta do Autor de “Inocência”

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta uma carta de Alfredo d´Escragnolle Taunay, mais conhecido pelo título – visconde de Taunay – ao militar e historiador José Arthur Montenegro.

Taunay (Rio, 22/01/1843 – 25/01/1899) foi engenheiro militar, professor, escritor e historiador, entre outras atividades. Lutou na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870, e em seguida entrou para a carreira política, tendo sido eleito duas vezes deputado pela Província de Goiás e, mais tarde, nomeado presidente da província de Santa Catarina (junho de 1876 a janeiro de 1877). Seu nome, entretanto, é mais conhecido pelo trabalho como escritor, especialmente por duas obras: o diário de guerra “La Retraite de Laguna” — publicado em francês em 1871 e que só três anos depois ganharia uma tradução em português — e o romance “Inocência” (1872), que saiu primeiramente em folhetins no periódico “A Nação”, sob o pseudônimo de Sílvio…

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Editora Record – “Diário do Conde d’Eu”, organização de Rodrigo Goyena Soares

Blog do IDII

“Diário do Conde d’Eu”, organização de Rodrigo Goyena Soares

Por Rafael Sento Sé

“Foi uma luta obstinada: Pedra, que comandava a infantaria foi ligeiramente ferido por um golpe de lança que parou com o braço. Desde a manhã, as granadas passavam por cima de nossas cabeças e, amiúde, as balas de fuzil, perto de nossas orelhas. Quando granadas explodiam perto de mim, rapidamente se formava coro em meu Estado-Maior”. A viva descrição da Batalha de Campo Grande, pródiga em detalhes, integra o diário de campanha do Conde d’Eu, que comandou as tropas brasileiras no último ano da Guerra do Paraguai. Escrito em francês, língua-materna do marido da Princesa Isabel, o documento permaneceu inédito, recolhido no arquivo do Museu Imperial, por quase 120 anos. Encontrado pelo historiador e cientista político carioca Rodrigo Goyena Soares, especialista no estudo do conflito, o documento chega às mãos dos leitores em edição ilustrada e cuidadosamente…

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FBN | 24 de setembro de 1834: morre D. Pedro I

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pedro I Pedro I: Imperador do Brasil. 18?. [Acervo Iconográfico] Filho de D. João VI e da Rainha Carlota Joaquina. D. Pedro I, imperador do Brasil, nasceu no dia 12 de outubro de 1798, em Lisboa. Em 1808, quando Portugal foi invadido por tropas francesas, D. Pedro I e toda a nobreza, fugiu para o Brasil.

Quando D. João VI foi forçado a voltar para Portugal por conta da Revolução do Porto, D. Pedro I ficou como príncipe-regente e precisou defrontar a insubmissão das tropas portuguesas e ameaças de rebeldes.

Mais tarde, na época em que a gestão portuguesa tentava privar a autonomia política brasileira, Pedro I declarou a Independência do Brasil. Posteriormente foi proclamado imperador ficando no poder até 7 de abril de 1831. No dia 24 de setembro de 1834, D. Pedro I morreu de tuberculose.

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Galeria

Brasiliana Fotográfica | No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez

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marc 3 Marc Ferrez. Marc Ferrez aos 33 anos de idade, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS

O fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923) iniciou suas experiências com fotografia colorida, em 1912, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente pela fábrica francesa, em 1907. Dedicou-se à fotografia estereoscópica em cores e as primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são diferentes das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, produzidas por ele no século XIX e na primeira década do século XX. São imagens do interior de sua casa e de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Marie (c. 1849 – 1914), seu filho Julio (1881 – 1946), sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refez, em cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca, vistas do Jardim Botânico, o Theatro…

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FBN | 20 de setembro de 1827: é lançado O Espelho Diamantino

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Há 190, começou a circular no Rio de Janeiro, O Espelho Diamantino, primeiro jornal brasileiro direcionado ao público feminino. O periódico circulou entre 1827 e 1828 apresentando artigos diversos de política, ciências, artes e moda. Além disso, o jornal levantava o debate sobre o papel das mulheres no Brasil recém-independente.

o espelho diamantino O Espelho Diamantino : Periodico de Politica, Litteratura, Bellas Artes, Theatro e Modas dedicado as Senhoras Brasileiras. Ano 1827Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital] Acesse a primeira edição do jornal através do link: http://memoria.bn.br/DocReader/700312/1

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FBN | 20 de setembro de 1902: é lançado o semanário ilustrado O Malho

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Há 115 anos, foi lançado o semanário ilustrado O Malho, de sátira política. Chegou a tirar 30 mil exemplares por semana e foi o pioneiro na utilização de cores nas páginas internas. Empastelado durante a Revolução de 30, reapareceu em 1935 como revista noticiosa e literária.

o malho O Malho. Ano 1902Edição 0001. [Acervo Hemeroteca Digital] Acesse a primeira edição do semanário através do link: http://memoria.bn.br/DocReader/116300/1

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FBN | 14 de setembro de 1833 – fundação do jornal “O Homem de Côr”

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O tipógrafo Francisco de Paula Brito funda “O Homem de Côr”, primeiro jornal brasileiro a lutar contra a discriminação racial e por maiores possibilidades de ascensão social dos “homens de cor”, mas ainda sem abordar de frente a escravidão. A livraria e tipografia de Paula Brito, situada na Rua da Constituição, no Rio de Janeiro, era ponto de encontro de intelectuais.

o homem de cor O Homem de Côr. Ano 1833Edição 00001. [Acervo Hemeroteca Digital] Pesquise mais sobre o periódico acessando nossa Hemeroteca Digital: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

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