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Arquivo do autor:Lanchinho da Meia-Noite

Sobre Lanchinho da Meia-Noite

Descrição: Não sei se tenho falta de foco ou excesso de interesses. Minha sobrinha mais velha disse que tenho superávit de atenção. Gosto de cinema, de cozinhar, adoro ler. E este blog terá um pouco de tudo. Sou historiadora e escritora iniciante, e no momento esta faceta é a que mais tem se manifestado em minha vida. Acabei de escrever um livro de 340 páginas e pretendo organizar as idéias para duas continuações. A trama central do "Lanchinho da Meia-Noite" será sobre esse processo da escrita. Curiosos para saber o porquê do nome? Aguardem para ler.

Documentos Literários | O Livro Mais Lido no Nordeste

Documentos Literários | O Livro Mais Lido no Nordeste

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Em homenagem ao nascimento de John Dee (Londres, 13 de julho de 1527 – Richmond, 1608?), matemático, geógrafo, alquimista e astrólogo que serviu de conselheiro à Rainha Elizabeth I da Inglaterra, a Série Documentos Literários apresenta o Lunário Perpétuo, nome encurtado de uma obra muito popular no Brasil nos séculos XVIII e XIX.

Escrito originalmente em espanhol pelo astrólogo e matemático Jeronimo Cortez, natural de Valencia, o Lunário teve sua primeira edição em 1582, época em que a Astrologia era um campo do saber reconhecido pelos eruditos e amplamente difundido entre a população. Foram muitos os almanaques astrológicos que circularam na Península Ibérica nesse período, contendo informações sobre signos astrológicos e fenômenos astronômicos, mas, principalmente, calendários de festas e dias santos, meteorológicos, de tábuas da maré, lunares – enfim, informações utilíssimas para o dia-a-dia e para atividades como a navegação e a agricultura.

o livro mais lido do ne

A primeira edição portuguesa surgiu em 1703…

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FBN | Notas de Lima Barreto sobre a Divulgação de “Policarpo Quaresma”.

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Em meio à atual discussão sobre os problemas do mercado editorial, a Série Documentos Literários, colaboração da Divisão de Manuscritos, apresenta um caderno do escritor Lima Barreto, no qual o escritor tomou notas sobre a distribuição e divulgação de seu livro “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”.

O romance, que segundo foi um precursor do Modernismo, saiu primeiro em folhetim no Jornal do Commercio, em 1911. Como livro, foi publicado em 1915, às custas do autor, que tomou a si a tarefa de divulgá-lo, fornecendo exemplares a jornalistas e críticos da época. O caderno traz anotações feitas a esse respeito, listando nomes de periódicos e de pessoas como Olavo Bilac, Bastos Tigre e Ruy Barbosa, bem como os endereços de entrega. Também inclui outras notas e um texto que pode ser o rascunho de uma carta, de uma crônica ou simplesmente um desabafo:

“O Polycarpo

Meu livro sahiu há quasi…

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FBN | André Rebouças Trata da Propaganda Abolicionista.

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, homenageia André Rebouças, um dos maiores nomes do movimento abolicionista no Brasil.
 
Rebouças nasceu em Cachoeira – BA no dia 13 de janeiro de 1838, em meio à revolução popular conhecida como sabinada. Era o mais velho dos sete filhos do advogado autodidata Antônio Pereira Rebouças, que, apesar de todo o preconceito existente na época, tinha prestígio e boa posição social. Em 1846, a família se mudou para o Rio de Janeiro, onde André e seu irmão Antônio estudaram na Escola Politécnica e se tornaram engenheiros militares. Passaram alguns meses na Europa e, ao retornar, passaram a trabalhar para o governo brasileiro, na área de portos e fortificações litorâneas.
Após alguns meses em que serviu como engenheiro na Guerra do Paraguai, André Rebouças voltou para a Corte, onde se dedicou a projetos de modernização do país, contando sempre com a…

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FBN |Mostra mensal – Manuscritos: “APÓS TREMOR, FOGO E ÁGUA, A REAL BIBLIOTECA RENASCE”.

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[…] Às nove horas da manhã e 20 minutos se sentiu uma

concussão formidável que derrubou a maior parte das

igrejas e um grande número de edifícios, palácios

e casas particulares. Foi acompanhada de um estrondo

horroroso que se julgou sair do centro da Terra, mas que

não era mais que da queda dos edifícios, palácios, etc. Um 

momento depois se viu a cidade em um incêndio universal.

 

         

Dia de Todos os Santos, 01 de novembro de 1755. Naquela manhã, a população de Lisboa, uma das cidades mais católicas do país, se reunia em igrejas, cumprindo ritos de acender velas e rezar. Em torno de 9 horas, a terra começou a tremer, seguindo-se de um incêndio e um tsumani. O fogo ardeu por cinco dias e nem as ondas de cerca de dez metros foram suficientes para apagá-lo. Em torno de 85% das construções…

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FBN | Documentos Literários: Fragmentos de um romance do visconde de Taunay.

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, apresenta algumas páginas do original do livro “Lágrimas do coração”, de Alfredo d´Escragnolle Taunay.
 
Mais conhecido pelo título de Visconde de Taunay, o autor (Rio, 22/01/1843 – 25/01/1899) foi engenheiro militar, professor, escritor e historiador, entre outras atividades. Lutou na Guerra do Paraguai, foi deputado pela Província de Goiás e, mais tarde, presidente da província de Santa Catarina (junho de 1876 a janeiro de 1877). Como escritor, é conhecido especialmente pelo diário de guerra “La Retraite de Laguna” (1871, primeira edição em francês) — e o romance “Inocência” (1872), publicado inicialmente em folhetins no periódico “A Nação”, sob o pseudônimo de Sílvio Dinarte.
 
O mesmo pseudônimo foi usado no romance “Lágrimas do Coração”, publicado em 1873 pela Editora F. Thompson. O livro, que na edição posterior receberia outro título – “Manuscrito de uma Mulher” –, é o primeiro romance…

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, comemora o Dia do Hino Nacional Brasileiro.

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A música do hino foi composta por Francisco Manuel da Silva, em 1822, com a finalidade de ser tocada por bandas marciais em comemoração à independência do Brasil. Movimentos em torno da abdicação de D. Pedro em 1931 popularizaram a melodia, com versos diferentes dos atuais – a data da comemoração, 13 de abril, é alusiva à partida de D. Pedro para a Europa.

hino1

Após a Proclamação da República, o Marechal Deodoro da Fonseca promoveu um concurso para escolher um novo hino, do qual participaram nomes consagrados como Alberto Nepomuceno, Francisco Braga e Leopoldo Miguez. O último foi o vencedor, mas, diante dos protestos populares, determinou-se que a composição, com letra de Medeiros e Albuquerque, fosse chamada de Hino da Proclamação da República (Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós!) enquanto a música de Francisco Manuel da Silva permaneceu como Hino Nacional.

hino2

Até 1906, não havia uma letra oficial…

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FBN | Documentos Literários: O Monstro Marinho de Albrecht Dürer.

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A Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, presta uma homenagem ao artista alemão Albrecht Dürer no aniversário de sua morte.

Um dos maiores nomes do Renascimento europeu, Dürer nasceu a 21 de maio de 1471 em Nuremberg, Alemanha. Seu pai era ourives, e o filho chegou a ser seu aprendiz no ofício, mas, ainda na adolescência, seu talento acabou por encaminhá-lo para as artes. Ele estudou na oficina de Michael Wolgemut, a mais renomada de Nuremberg, foi pintor da corte de Maximiliano I e viajou por vários países da Europa, aperfeiçoando sua técnica em várias artes, uma vez que, além de gravador e pintor — considerado o primeiro grande mestre da aquarela –, Albrecht Dürer foi também arquiteto, matemático, perito em geometria e teoria da arte. Faleceu em sua cidade natal, a 6 de abril de 1528

Alemão

(A Biblioteca Nacional possui uma cópia da gravura de Dürer…

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